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Presidente da Finep visita BH-TEC pela primeira vez e destaca ciência próxima da fronteira do conhecimento

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A capacidade de transformar investimento em ciência em conhecimento, tecnologia e resultados para a sociedade marcou a primeira visita do presidente da Finep, Luiz Antônio Elias, ao BH-TEC. A convite do Parque, ele conheceu hoje (28) estruturas instaladas no complexo e destacou a qualidade do trabalho desenvolvido em áreas como nanotecnologia e vacinas.

A agenda aproximou ainda mais o BH-TEC de uma das principais instituições de fomento à ciência, tecnologia e inovação do país. Além de acompanhar de perto estruturas e projetos apoiados pela Finep, a visita abriu espaço para discutir novas possibilidades de cooperação e ampliar a conexão entre pesquisa, poder público e setor produtivo.

“Em todas as áreas que vimos aqui, na nano, na área de vacinas e em áreas correlatas, encontramos uma capacidade de conhecimento muito próxima da fronteira do conhecimento. É isso que queremos: impulsionar o Brasil e a ciência brasileira, uma ciência que chega à ponta para resolver problemas da população e impulsionar as cadeias internas de valor”, afirmou Luiz Antônio Elias.

“Recebemos o presidente da Finep para aprofundar as interações, para que ele pudesse conhecer as estruturas que estão sendo financiadas e para discutirmos parcerias futuras. Isso é o Estado fazendo fomento e a gente fazendo a transferência de conhecimento para o setor produtivo”, afirmou Marco Crocco.

Fomento que gera impacto

A visita também marca a aproximação do BH-TEC com a atual gestão da Finep. Luiz Antônio Elias assumiu a presidência da financiadora há cerca de um ano e esteve agora pela primeira vez no Parque desde que passou a comandar a instituição.

A relação entre as duas instituições, porém, vem sendo construída há anos. Em agosto de 2023, o então presidente da Finep, Celso Pansera, esteve no BH-TEC durante o I Congresso de Inovação e Sustentabilidade (CIS) e anunciou cerca de R$ 15 milhões para a construção de um novo prédio do Parque voltado à sustentabilidade.

A nova visita permitiu apresentar de forma concreta como recursos destinados à ciência e à inovação se desdobram em infraestrutura, pesquisa, desenvolvimento tecnológico e aproximação com o mercado.

A relação entre universidade e ambiente de inovação também ganhou destaque durante a agenda. “A Finep é uma parceira fundamental para a nossa Universidade. Temos uma expectativa muito grande de alavancar centros de tecnologia que começam na UFMG e têm no BH-TEC sempre um porto seguro”, disse o reitor da UFMG, Alessandro Moreira.

Antes de percorrer as estruturas, o presidente da Finep participou de uma reunião no BH-TEC voltada às parcerias já construídas e às perspectivas de novas iniciativas. Participaram do encontro, além de Crocco e Moreira, a integrante do comitê gestor do CTVacinas e coordenadora do CTV-RNA, Santuza Teixeira.

Nanotecnologia competitiva

Uma das paradas da agenda foi a NanoBrasil, onde Luiz Antônio Elias conheceu laboratórios e projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação voltados à aplicação da nanotecnologia.

O presidente da Finep ressaltou a importância de reunir conhecimento científico, universidades e empresas em uma área marcada pela rápida evolução tecnológica e pela competição internacional.

“O Brasil precisa se inserir tecnologicamente em um cenário cada vez mais disruptivo, e a nanotecnologia representa esse processo de opção. Esta empresa está fazendo a diferença, certamente, em todo o cenário brasileiro”, afirmou.

Ciência para a saúde

A comitiva também passou pelo CTVacinas, estrutura dedicada à pesquisa e ao desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e outras tecnologias em saúde.

A passagem pelo Centro deu concretude a uma das avaliações feitas por Elias ao longo da visita: a existência, dentro do BH-TEC, de conhecimento científico próximo da fronteira e com potencial para responder a demandas da sociedade.

FabNS no roteiro

O FabNS completou o percurso do presidente da Finep pelo BH-TEC. A visita às diferentes estruturas reuniu, em uma mesma agenda, campos distintos da ciência e da tecnologia desenvolvidos no Parque.

O roteiro também evidenciou um dos papéis centrais do BH-TEC: criar um ambiente em que universidade, empresas, governo e pesquisa possam se conectar para transformar conhecimento em novas tecnologias, produtos e oportunidades de desenvolvimento.

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