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Palestrantes na Sexta no Parque, debatendo sobre o futuro da mobilidade no auditório do BH-TEC

Além do carro elétrico: Mobilidade do futuro movimenta empresas, universidades e startups

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A próxima revolução da mobilidade já começou. Impulsionada pela eletrificação dos transportes, pela busca por soluções mais sustentáveis e pelo avanço tecnológico, ela foi tema da mais recente edição do Sexta no Parque, promovida nesta sexta (12) pelo BH-TEC e dedicada a discutir os desafios e oportunidades da chamada nova mobilidade.

Com o tema “O futuro é elétrico? Inovação e negócios na nova mobilidade”, o encontro discutiu como a eletrificação dos transportes, a busca por soluções mais sustentáveis e o avanço tecnológico estão criando novos desafios e oportunidades para empresas, universidades e governos.

“Quando falamos em mobilidade, estamos falando também de sustentabilidade, competitividade e qualidade de vida. A eletrificação dos transportes é uma das principais transformações em curso no planeta e cria oportunidades importantes para pesquisa, desenvolvimento tecnológico e novos negócios. É um tema estratégico para o futuro das cidades e para ecossistemas de inovação como o BH-TEC”, destaca Camila Viana, assessora de Sustentabilidade do Parque.

Um setor em transformação

Luis Henrique Maia integra roda de discussões sobre mobilidade e eletrificação no auditório do BHC-TEC durante a Sexta no Parque.
Luis Henrique Maia integra roda de discussões sobre mobilidade e eletrificação | Créditos: Laura Mota/BH-TEC

O debate reuniu representantes da indústria, da academia e do ecossistema de inovação para discutir os impactos da transição energética no setor de transportes.

Entre os convidados estavam Daniel Goretti, CEO da Evolutionary Business; Luis Monteiro, Tech Fellow de Eficiência Energética da Stellantis; e Luis Henrique Maia, professor de Engenharia Mecânica e coordenador da Pós-Graduação em Eletrificação da PUC Minas.

“Foi um evento sensacional. Tivemos a oportunidade de discutir o futuro da mobilidade em um ambiente muito rico, com troca de conhecimento, experiências e diferentes perspectivas sobre os desafios e oportunidades desse setor”, afirma Luis Henrique Maia.

Ao longo do encontro, os participantes discutiram temas como eletrificação da frota, novos modelos de negócios, infraestrutura de recarga, inovação tecnológica e o papel da colaboração entre universidades, empresas e centros de pesquisa.

Conexões que impulsionam inovação

Ao centro da foto, de preto, Monica Viana, da New Engenharia e Energia, no debate da Sexta no Parque sobre mobilidade e eletrificação
Sexta no Parque aproxima universitários e empreendedores em debate sobre o futuro da mobilidade urbana | Créditos: Laura Mota/BH-TEC

Além do conteúdo técnico, a edição reforçou uma das principais características do Sexta no Parque: aproximar pessoas de diferentes áreas em torno de temas estratégicos para o desenvolvimento.

Participando pela primeira vez do evento, Mônica Viana Lustoza, da New Engenharia e Energia, destacou o ambiente de troca proporcionado pelo encontro.

“Estou ingressando no mercado de usinas solares e carregadores elétricos e esse evento foi uma oportunidade de aprender, escutar especialistas e compartilhar experiências. Foi uma experiência muito positiva e pretendo voltar mais vezes”, afirma.

A estudante de Biologia da UFMG Cecília Lopez também ressaltou o papel do Sexta no Parque na formação de redes e na circulação de conhecimento.

“Eu sempre venho quando posso. A gente conhece pessoas extremamente relevantes, aprende muito e tem uma troca maravilhosa de ideias”, destaca.

Sexta no Parque

Promovido pelo BH-TEC, o Sexta no Parque reúne periodicamente especialistas, pesquisadores, empreendedores e representantes do setor produtivo para discutir temas ligados à ciência, tecnologia, inovação e sustentabilidade.

Ao abordar a mobilidade elétrica, a edição mais recente reforçou uma discussão que vai muito além dos veículos. Em pauta estavam as transformações que devem impactar cidades, cadeias produtivas e a própria forma como as pessoas se deslocam nas próximas décadas.

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