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Ecossistema do BH-TEC ganha destaque nacional com pódio para startup e certificação máxima da Anprotec

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O ecossistema do BH-TEC encerrou sua participação na 36ª Conferência Anprotec, em Manaus (AM), com dois reconhecimentos que reforçam sua posição entre os principais ambientes de inovação do país. Enquanto a startup Sem Frascos conquistou o segundo lugar no Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador, o programa de aceleração do Parque recebeu o CERNE 4, mais alto nível de certificação concedido a mecanismos de inovação no Brasil.

Os resultados representam mais um capítulo na trajetória do Parque, que, nos últimos três anos, acumulou reconhecimentos nacionais para seu ambiente de inovação, seus programas e empresas aceleradas.

“Receber o CERNE 4 e ver uma startup do nosso ecossistema entre os melhores negócios de impacto do Brasil mostra que estamos construindo um ambiente capaz de transformar conhecimento em resultados concretos. É o reconhecimento de um trabalho consistente, baseado em metodologias, boas práticas e na conexão entre ciência, empreendedorismo e mercado”, destaca Marco Crocco, presidente do BH-TEC.

Sem Frascos leva o BH-TEC novamente ao pódio nacional

A Sem Frascos conquistou o segundo lugar no Prêmio Nacional Anprotec de Empreendedorismo Inovador 2026, na categoria Negócios de Impacto. Entre 64 iniciativas inscritas em todo o país, a startup figurou entre as três finalistas ao apresentar sua tecnologia voltada à redução de resíduos sólidos e líquidos na indústria automotiva.

A empresa participou dos programas Nautilus e Motirõ, estruturou sua estratégia de crescimento no BH-TEC e hoje integra a comunidade do Parque na modalidade Parque Aberto.

“Estar entre os três melhores negócios de impacto do Brasil fortalece nossa missão e demonstra que estamos desenvolvendo uma solução capaz de transformar a indústria por meio da sustentabilidade e da inovação”, afirma Luiz Miranda, CEO da Sem Frascos.

A conquista mantém o BH-TEC entre os destaques nacionais da inovação. Em 2024, o Parque foi eleito o melhor parque tecnológico do Brasil. Em 2025, sua aceleradora foi reconhecida como a melhor do país. Agora, em 2026, uma empresa desenvolvida em seu ecossistema sobe novamente ao pódio da principal premiação brasileira do setor.

CERNE 4 consolida maturidade do ambiente de inovação

Durante a Conferência, o programa de aceleração do BH-TEC também recebeu o CERNE 4, nível máximo da metodologia desenvolvida pela Anprotec em parceria com o Sebrae para avaliar a maturidade de ambientes de inovação.

O reconhecimento certifica organizações capazes de apoiar empresas em diferentes estágios de desenvolvimento, com processos consolidados, inovação contínua e atuação internacional.

“Esse reconhecimento demonstra que somos uma aceleradora com capacidade de internacionalização, baseada em boas práticas, e consolida um trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos para construir um ambiente de inovação alinhado às melhores referências nacionais e internacionais”, afirma Crocco.

LabMIn leva pesquisa sobre inovação à Conferência Anprotec

Outro destaque da participação do BH-TEC foi a aprovação de um artigo científico desenvolvido pelo LabMIn, rede coordenada pelo Parque voltada ao desenvolvimento de metodologias para inovação e transferência de tecnologia. O trabalho sistematiza ferramentas de gestão aplicadas ao tema, oferecendo referências que podem ser utilizadas por outros ambientes de inovação no fortalecimento de seus processos.

“Partimos de experiências que já desenvolvemos na prática e buscamos validá-las na literatura científica. O artigo reúne metodologias e ferramentas de gestão que podem inspirar outros ambientes de inovação a aperfeiçoar seus processos de transferência de tecnologia. Ter esse trabalho selecionado pela Anprotec também evidencia a contribuição do LabMIn para a pesquisa em gestão da inovação”, destaca Ana Canhestro, Head de Inovação do BH-TEC.

ELO amplia conexões para o ecossistema mineiro

A Conferência também marcou a participação do ELO – Escritório de Ligação da UFMG, gerenciado pela Fundação Christiano Ottoni. O projeto apresentou um dos artigos selecionados para apresentação oral e integrou a programação ao lado da Rede Mineira de Inovação.

Segundo Samantha Mapa, coordenadora do ELO, a participação fortaleceu conexões com instituições de todo o país e abriu novas oportunidades de colaboração para o ecossistema mineiro.

“O evento foi uma grande oportunidade para construir relacionamentos com outras instituições e voltar com agendas importantes para fortalecer o nosso ecossistema e a comunidade da UFMG”, destaca.m foi palco da primeira participação do ELO – Escritório de Ligação da UFMG, gerenciado pela Fundação Christiano Ottoni. O projeto apresentou um dos artigos selecionados para apresentação oral e integrou a programação ao lado da Rede Mineira de Inovação.

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