Master Plan

O Masterplan consiste no plano de ocupação da área do Parque Tecnológico de Belo Horizonte-BH-TEC, visando maximizar o potencial construtivo do terreno. O projeto desenvolvido pela Athié Wohnrath considerou a análise das principais condicionantes físicas, legais e ambientais existentes sobre a área, somadas às diretrizes qualitativas, de dimensionamento e de faseamento pretendidas pelo BH-TEC.

Da área total do terreno onde está localizado o BH-TEC de mais de 535mil m², 355mil m² consistem em uma Zona de Preservação Ambiental, sendo assim, destaca-se a área de estudo do Masterplan: aproximadamente 185mil m².

O complexo arquitetônico do BH-TEC a construir forma um conjunto de 16 edifícios que serão implantados em fases. O Edifício Institucional 1 foi construído pelo Governo do Estado e inaugurado em maio de 2012. Na zona institucional ainda há espaço para mais um edifício a ser construído no futuro. Existe área reservada para mais dois edifícios, ambos com recursos alocados, o Centro de Pesquisas René Rachou da Fundação Oswaldo Cruz e o Centro   de Tecnologia em Nanotubos de Carbono da UFMG.

Outros 12 edifícios são previstos na chamada Zona de Concessão. Estes deverão ser construídos pela iniciativa privada. A regulamentação definida pela UFMG, proprietária do terreno do Parque, é que parceiro imobiliário, selecionado por licitação pública, construa e opere cada edifício por um prazo total de 30 anos e, depois, transfira a posse para a Universidade. O direito de construir um grupo de cinco edifícios constitui o BH-TEC Fase II.

 A construção do Centro de Pesquisa René Rachou (CPqRR/Fiocruz Minas) que abrigará cerca de 450 pesquisadores tem o início das obras previsto para 2015. O Centro de Tecnologia em Nanotubos de Carbono será construído com recursos já obtidos do BNDES, Petrobras e InterCement.

Plano de Expansão

A concessão do BH-TEC, desenvolvida em parceria com o BDMG e outras três empresas de consultoria, prevê a atração de investidores imobiliários privados, no modelo BOT (build, operate and transfer). O escopo da concessão consiste em cinco edifícios que totalizam uma área construída de 207 mil m². A Fase II do BH-TEC será implantada em ondas, sendo que o primeiro edifício a ser construído somará um total de 60mil m², sendo 30mil m² de área locável, e representará um verdadeiro salto na capacidade de receber empresas de inovação. Os empreendimentos de base tecnológica deverão ocupar, no mínimo 70% desta área, ficando os outros 30% para empresas de serviços.