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Reconhecimento: Coordenadora do CT Vacina, Santuza Teixeira, é eleita titular da Academia Brasileira de Ciências

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A professora titular do Departamento de Bioquímica e Imunologia da UFMG Santuza Teixeira, coordenadora do CT Vacinas – localizado no BH-TEC –, foi eleita membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC).

A eleição se dá a partir de rigoroso processo de seleção, levando em conta também a “liderança exercida no avanço das atividades científicas e tecnológicas do país”, segundo a ABC.

Atualmente um dos seus projetos mais relevantes envolve o uso de técnicas de edição de genoma para o desenvolvimento de vacinas inéditas contra a doença de Chagas e a leishmaniose.

A posse será em maio, no Rio de Janeiro.

Interação universidade-empresa em pauta

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Evento da Rede Mineira de Inovação (RMI) dedicou um debate sobre esse tema entre especialistas com diversos olhares

 

A interação universidade-empresa foi um dos temas do XXI Encontro da Rede Mineira de Propriedade Intelectual (RMI) nessa sexta-feira (22/11) que contou com a participação do CEO do BH-TEC, Marco Crocco. Ele contextualizou os Parques Tecnológicos como área de inovação. A International Association of Science Parks and Areas of Innovation (IASP) define que são “locais projetados e administrados para atrair pessoas de espírito empreendedor, talento qualificado, negócios e investimentos intensivos em conhecimento, desenvolvendo e combinando um conjunto de ativos de infraestrutura, institucionais, científicos, tecnológicos, educacionais e sociais, em conjunto com serviços de valor agregado, aprimorando assim o desenvolvimento econômico sustentável e a prosperidade para a comunidade”.

Baseado nesta definição, os Parques englobam não apenas as necessidades de empresas e universidades de colaborar entre si, mas também de cidades, a sociedade civil – o quarto elemento da quádrupla hélice.

“Esse cenário incentiva a ampliação e o aprimoramento do escopo de atuação do BH-TEC, incorporando novos objetivos e um novo posicionamento no ecossistema de ciência, tecnologia e inovação de Minas Gerais. É preciso integrar instituições científico-tecnológicas e setor empresarial por meio de estratégias e mecanismos inovadores e oferecer ambientes dinâmicos para a prestação de serviços em gestão, networking, acesso a financiamento, suporte legal, propriedade intelectual etc.”, destaca Crocco.

O professor titular do Departamento de Parasitologia (ICB/UFMG), Alvaro Eiras, apresentou o case de tecnologias inovadoras de monitoramento e controle Aedes aegypti. Ele é fundador da empresa de biotecnologia Ecovec Ltda., lotada no BH-TEC.

Também participaram do painel o presidente da Fundep, professor Alfredo Gontijo, que falou sobre o Outlab, e o diretor para Desenvolvimento de Negócios da Clarke, Modet & Co, Louis Lozouet, apresentou pílulas do Guia de Boas Práticas ICT-Empresa da CCI Brasil.

Imersão

Com o tema “Novos arranjos para inovação”, o evento trouxe nos dias 21 e 22 debates e painéis de discussões sobre o ecossistema mineiro de inovação, instrumentos jurídicos do Marco Legal de CT&I e encomenda tecnológica.

Entre as autoridades presentes: Prof. Alessandro Moreira (Vice-Reitor UFMG); @Juliano Alves (Subsecretario de Estado e de Promoção de Investimento e Cadeiras Produtivas); Prof. Evaldo Vilela (Presidente Fapemig Oficial); Prof. Rodrigo Gava (UFV); Marcos Antonio Mandacaru (Assessor Especial do Vice-Governador de Minas Gerais); Prof. Ado Jorio (UFMG); Juliana Crepalde e gilberto medeiros ribeiro (CTIT UFMG).

Quíntupla hélice

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Sociedade e sustentabilidade são parte do processo de geração de inovação e conhecimento

 

“Quanto maior a diversidade de conhecimento espalhado pela sociedade, maior é o conhecimento global.”  A fala do CEO do BH-TEC, Marco Crocco, no Seminário Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Econômico e Social de Minas Gerais, enfatiza a importância do saber social. Ele apresentou que a sociedade acumula conhecimento por meio da diversificação produtiva, da educação e da inovação. Nesse sentido, o atual arcabouço contempla a sociedade como ator no modelo de geração do conhecimento e da inovação, compondo a quadrupla hélice que também associa a mídia, indústrias criativas, cultura, valores, estilos de vida e arte. O quinto elemento é a sustentabilidade. “A sociedade civil é central e incentiva o desenvolvimento de inovações que sejam pertinentes. O meio ambiente é o drive para a produção do conhecimento e, também, da inovação.”

A pró-reitora de Extensão da UFMG, professora Claudia Andrea Mayorga Borges, corroborou quanto à importância de a sociedade ser realmente contemplada nas políticas públicas. “Por isso, o olhar para o desenvolvimento econômico social pede soluções interdisciplinares e diálogo com diversos atores e instituições.”

O presidente da Fapemig, prof. Evaldo Vilela, ressaltou que o momento é difícil, mas não impede o trabalho de construção de um plano estadual de C, T e I. “Esse instrumento, realizado por meio da construção coletiva, é fundamental para orientar a sociedade no desenvolvimento e na aplicação do conhecimento, gerando riquezas e qualidade de vida.”

Construção conjunta

O Seminário realizado nesta quarta-feira (20), no CAD III da UFMG, é uma das atividades da construção de políticas públicas de C,T&I para Minas Gerais para os próximos anos. Diversas instituições públicas, privadas e do terceiro setor do ecossistema participam da elaboração de um plano estadual que será apresentado pelo Legislativo ao Executivo.

Nova Presidência do Conselho de Administração

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O professor titular no Departamento de Física da UFMG, Ado Jorio de Vasconcelos, é o novo presidente do Conselho de Administração do BH-TEC nos próximos três anos. Essa instância tem funções estratégicas, deliberando sobre diretrizes e metas do Parque Tecnológico, bem como avalia os resultados das atividades.

“Belo Horizonte e o Estado de Minas Gerais têm evoluído muito na construção do seu ecossistema de inovação. Muitas vezes, entretanto, os esforços dos diversos atores são realizados de forma desconexa. Estamos trabalhando para dar coerência aos esforços dos diversos atores e acreditamos que o BH-TEC tem a missão de ser o locus para essa sinergia, para que as ações de todos sejam mais efetivas”, ressalta o presidente do Conselho, prof. Ado Jorio.

A nova gestão do BH-TEC tem como diretriz estratégica tornar o Parque um dos principais atores da interação universidade-empresa (ambiente de negócio) e do fomento à pesquisa, à inovação e à transferência de tecnologia, compondo a política pública de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Minas Gerais.

Trajetória

Ado Jorio é membro da Academia Brasileira de Ciências, da Ordem Nacional do Mérito Científico e recebeu o “membership award” da “American Chemical Society” (2015-2018), além de diversos prêmios nacionais e internacionais pelas suas contribuições científicas. Em 2016 foi incluído na lista dos “Highly Cited Researchers” da Thomson Reuters. Ocupou os cargos de Coordenador de Estudos Estratégicos e Informação no Inmetro (2008-2009) e, na UFMG, de Diretor da Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica (2010-2012), chefe do Departamento de Física (2015-2016) e Pró-Reitor de Pesquisa (2016-2018). Em 2016 recebeu a Medalha da Inconfidência do Governo do Estado de MG.

Eventos fomentam alianças estratégicas entre universidade, empresas e governo

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UFMG, BH-TEC e Fundep impulsionam o desenvolvimento de projetos de pesquisa, tecnologia e inovação no setor empresarial

A sinergia entre Universidade-Empresa-Governo é uma das principais alternativas para a promoção do desenvolvimento socioeconômico e, para fomentar a realização de projetos conjuntos entre esses atores, são realizados eventos estratégicos. Na última quinta-feira (23/10), a UFMG sediou encontro promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) para apresentar duas iniciativas inéditas de apoio a ideias inovadoras: a chamada Tríplice Hélice: Interação Governo-ICT-Empresa e o Programa Centelha estão em sua primeira edição.

O Programa Centelha vai estimular a criação de empreendimentos com base na geração de novas ideias e a chamada pública distribuirá valor total de R$ 1 milhão – submissão de proposta até o dia 30 de outubro. Saiba mais aqui. Com a chamada Tríplice Hélice, por sua vez, que conta com R$ 60 milhões para investimento, a Fapemig pretende transformar tecnologias desenvolvidas por equipes de pesquisadores em novos produtos, serviços e processos para o mercado – submissão de proposta até o dia 4 de novembro (saiba mais aqui).

O objetivo central da agência mineira é fomentar a interação de universidades e empresas. Também foi realizado, em 17 de outubro, o evento “Conexão Universidade-Empresa-Governo”, em uma parceria entre o Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC), a Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica da UFMG (CTIT) e da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep). A iniciativa reuniu mais de 80 representantes de empresas mineiras e instituições de pesquisa, ensino e inovação.

Durante esse evento, o diretor de ciência, tecnologia e inovação da Fapemig, prof. Paulo Sérgio Beirão, revelou que há expectativa de o Edital Tríplice Hélice se tornar um programa, com o aporte de cerca de 180 milhões em três anos. “É importante que haja uma compreensão do governo de que a ciência e a tecnologia são soluções no contexto econômico”, diz Beirão.

UNINDO POTÊNCIAS

“Cada vez mais, a competitividade e a produtividade das empresas estão relacionadas à forma com que elas aplicam as tecnologias e pesquisas em seus produtos, processos e serviços”, avalia o CEO do BH-TEC, Marco Crocco. O presidente da Fundep, prof. Alfredo Gontijo de Oliveira, destacou a relevância da integração nesta era em que o universo do conhecimento está em expansão acelerada: “Não podemos viver numa sociedade fragmentada. Um belo desafio consiste em emaranhar universidade com empresas por meio do conhecimento”.

Quem também concorda é o investidor Romero Bittar. Para ele, iniciativas que impulsionem essa sinergia são uma das únicas oportunidades para o Brasil avançar. “As empresas precisam andar juntas com o conhecimento para que a inovação seja um caminho para o Brasil crescer”, salientou.

EXCELÊNCIA E TECNOLOGIAS DISPONÍVEIS

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) é, atualmente, uma das principais instituições depositantes de patentes no Brasil. Detentora de um vasto portfólio de tecnologias protegidas em âmbito nacional e internacional, a Universidade disponibiliza 883 tecnologias aptas de serem apoiadas por esse Edital Fapemig. A lista contempla tecnologias de diversas áreas, como Engenharia, Química, Energia, Biotecnologia, Farmácia, Tecnologias Ambientais, Desenho Industrial, Ciência da Computação, entre outras. Clique aqui e conheça todas as tecnologias.

Segundo o diretor da CTIT, prof. Gilberto Medeiros, o histórico de trabalho é positivo porque o solo fértil em conhecimento básico da UFMG é forte. “Hoje temos 10% do nosso portfólio licenciado, ou seja, há uma inadequação da oferta de tecnologias, precisamos equilibrar a oferta e demanda, e, assim as empresas devem conhecer o que a UFMG tem a oferecer”, afirmou.

AMBIENTE DE NEGÓCIOS INOVADORES

O evento “Conexão Universidade-Empresa-Governo”, no BH-TEC, contou com cases de empreendimentos instalados no BH-TEC que tiveram sucesso com as aplicações tecnológicas. Entre os palestrantes, o prof. Nívio Ziviani, pesquisador da UFMG, referência internacional em empreendedorismo acadêmico e membro da Academia Brasileira de Ciências, apresentou sobre sua empresa Kunumi, especializada em ferramentas de segmentação, análise do comportamento e deeplearning, que está sendo destaque no mercado de inteligência artificial. Na parceria com a empresa Spotify, construíram o primeiro rap do mundo escrito a partir da combinação de inteligência artificial e da criação humana. Também participou a prof. ª Ana Paula Salles, do Centro de Tecnologia de Vacinas (CT Vacinas); e o professor Robson Santos, um dos criadores do tônico capilar Sanctio, que tem sido destaque pelos resultados, em parceria com a empresa que comercializa o produto, Yeva Cosmétique. A programação contou, ainda, com a participação do prof. Departamento de Física da UFMG, Ado Jorio, que é pequisador referência internacional em nanotecnologia e considerado um dos cientistas mais influentes do mundo.

Nova gestão do BH-TEC

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O Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC) tem novo gestor. Marco Aurélio Crocco Afonso, professor titular da UFMG e presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (março de 2015-março de 2019), assume a direção com o desafio de impulsionar conexões para o desenvolvimento de novos negócios ao BH-TEC.

“A estratégia é tornar o BH-TEC um dos principais atores da interação universidade-empresa (ambiente de negócio) e do fomento à pesquisa, à inovação e à transferência de tecnologia, compondo a política pública de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Minas Gerais. Temos que contribuir para o posicionamento de Belo Horizonte e Minas Gerais como referências ao ecossistema de empreendedorismo e inovação”, planeja o presidente.

Segundo ele, no ano passado, as empresas residentes no BH-TEC faturaram, juntas, R$ 170,3 milhões. Em relação ao processo de desenvolvimento de novos produtos e serviços, somente em 2018, as empresas do Parque lançaram 109 novos produtos e serviços e implementaram 44 novos processos. Também lançaram três spinoffs e depositaram seis novos pedidos de patentes, sendo que quatro foram concedidas.

Crocco era o presidente do Conselho de Administração do Parque há dois anos e, para o novo ciclo à frente da gestão executiva, ressalta que o BH-TEC deverá ser capaz de ser ativo para o desenvolvimento econômico de Belo Horizonte e criar sinergias para fomentar o desenvolvimento empresarial. Quem assume a presidência do Conselho é o professor Ado Jorio, do Departamento de Física da UFMG, pesquisador referência internacional em nanotecnologia e considerado um dos cientistas mais influentes do mundo.

 

Trajetória – diretor-presidente

Marco Crocco é economista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestre em Economia Industrial e da Tecnologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e PhD em economia pela Universidade de Londres. Possui pós-doutoramento pela Universidade de Cambridge (Inglaterra) e Universidade Paris-Dauphine (França). Professor titular do Departamento de Ciências Econômicas da UFMG e pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Crocco é especialista em economia monetária e desenvolvimento regional. Foi presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) e estruturador da Fundep Participações (Fundepar).

Chamada Pública 04/2019 – Aberta chamada pública para ocupação de salas no BH-TEC

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Está aberta a chamada pública para ocupação de duas salas no Edifício Institucional do Parque Tecnológico de Belo Horizonte. Os espaços disponíveis apresentam áreas de 62,18 e 41m2.

Desenvolver um empreendimento no complexo do BH-TEC traz a oportunidade de inserção em um ambiente que favorece a inovação por meio da interação com universidades, centros de pesquisa e demais instituições do ecossistema de Pesquisa & Desenvolvimento.

O período de inscrições terá início às 8 horas do dia 09 de Setembro de 2019 e será finalizado às 18 horas do dia 19 de setembro de 2019. O resultado da seleção deverá ser divulgado até 30 dias úteis após a entrega da Solicitação de Entrada.

Para se instalar no BH-TEC, os empreendimentos – empresas e centros de P&D – devem atender aos seguintes requisitos, conforme Resolução 001/2013 – Critérios de Entrada, do Conselho de Administração:

– Realizar atividades baseadas no desenvolvimento de novos conhecimentos e tecnologias, voltadas para o atendimento das necessidades da sociedade;

– Buscar a permanente interação com universidades, centros tecnológicos e empresas no desenvolvimento de inovações;

– Atuar de forma ambientalmente sustentável, com condições de funcionamento que não gerem riscos ambientais e com planos de controle e tratamento de resíduos.

É necessário que a empresa interessada apresente, no ato de inscrição, um atestado, fornecido pelo BH-TEC, de que visitou a sala. A solicitação de agendamento de visita técnica deverá ser feita via correio eletrônico, pelo endereço contato@bhtec.org.br e estará sujeita ao cronograma a ser definido pelo BH-TEC.

A documentação da chamada pública pode ser conferida aqui.

Chamada Pública 03/2019 – Aberta chamada pública para ocupação de salas no BH-TEC

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Está aberta a chamada pública para ocupação de duas salas no Edifício Institucional do Parque Tecnológico de Belo Horizonte. Os espaços disponíveis apresentam áreas de 62,18 e 41m2.

Desenvolver um empreendimento no complexo do BH-TEC traz a oportunidade de inserção em um ambiente que favorece a inovação por meio da interação com universidades, centros de pesquisa e demais instituições do ecossistema de Pesquisa & Desenvolvimento.

O período de inscrição terá início às 8 horas do dia 11 de julho de 2019 e será finalizado às 18 horas do dia 22 de julho de 2019. O resultado da seleção deverá ser divulgado até 30 dias úteis após a entrega da Solicitação de Entrada.

Para se instalar no BH-TEC, os empreendimentos – empresas e centros de P&D – devem atender aos seguintes requisitos, conforme Resolução 001/2013 – Critérios de Entrada, do Conselho de Administração:

– Realizar atividades baseadas no desenvolvimento de novos conhecimentos e tecnologias, voltadas para o atendimento das necessidades da sociedade;

– Buscar a permanente interação com universidades, centros tecnológicos e empresas no desenvolvimento de inovações;

– Atuar de forma ambientalmente sustentável, com condições de funcionamento que não gerem riscos ambientais e com planos de controle e tratamento de resíduos.

É necessário que a empresa interessada apresente, no ato de inscrição, um atestado, fornecido pelo BH-TEC, de que visitou a sala. A solicitação de agendamento de visita técnica deverá ser feita via correio eletrônico, pelo endereço contato@bhtec.org.br e estará sujeita ao cronograma a ser definido pelo BH-TEC.

A documentação da chamada pública pode ser conferida aqui.

Decreto da PBH simplifica procedimentos para concessão do PROEMP

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Em 9 de janeiro, a Prefeitura de Belo Horizonte publicou o Decreto nº 17.044, que visa simplificar os procedimentos e requisitos da concessão de benefícios do Programa de Incentivo à Instalação e Ampliação de Empresa (PROEMP), instituído pela Lei nº 7.638, de 1999.

O Programa oferece benefícios fiscais para a instalação e expansão de empreendimentos na capital mineira, como a redução de até 60% do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), o diferimento a 36 meses, e a redução de 10% do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

Poderão requerer o incentivo pessoas jurídicas, de direito público ou privado, com atividades voltadas para o desenvolvimento de bens, produtos ou serviços, de base tecnológica ou inovadora. As empresas instaladas ou que vierem a se instalar no Parque Tecnológico de Belo Horizonte são beneficiárias diretas do Decreto.

O Programa não permite a extensão dos benefícios atribuídos ao BH-TEC para as empresas associadas na categoria não-residente, pois a legislação prevê que a análise e concessão dos benefícios é feita levando em conta o endereço de cadastro da empresa. Logo, não é possível conceder os incentivos solicitados na categoria “empresa instalada no BH-TEC” para quem não está, efetivamente, instalado no parque. Por outro lado, essas empresas não-residentes ainda poderão requerer os benefícios do Proemp na categoria “expansão de empreendimento” normalmente, se atendidas as demais condições estabelecidas pelo programa.

A iniciativa evidencia o reconhecimento da PBH acerca das oportunidades do ecossistema de inovação e empreendedorismo da capital – no qual o BH-TEC atua como espaço de desenvolvimento, conexão e interação entre seus agentes – e sua importante contribuição para potencializar esse ambiente de negócios.

Para o presidente do BH-TEC, professor Roberto Bigonha, o decreto representa importantes benefícios para os avanços tecnológicos da cidade. “É motivo de orgulho participar de um incentivo tão fundamental para o fomento do ecossistema de inovação e tecnologia. Para as nossas empresas, o decreto impacta na redução de custos, estimulando o desenvolvimento de produtos e serviços de ponta”, explica.

Segundo a PBH, a capital mineira reúne a segunda maior comunidade de startups do Brasil e conta com importantes centros de Pesquisa & Desenvolvimento como o Google, Embraer, CSEM e Hexagon.

O decreto entra em vigor em 90 dias. Clique aqui e acesse todas as informações do documento.

BH-TEC - Parque Tecnológico de Belo Horizonte