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BH-TEC e Cubo Itaú realizam bate-papo sobre tecnologia e soluções inovadoras

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Na tarde dessa terça-feira (30/6), os empreendedores do BH-TEC – Parque Tecnológico de Belo Horizonte participaram de um bate-papo incrível com o time do Cubo Itaú. A Head de Startups do Cubo Itaú, Rafaela Herrera Silva, realizou exclusivamente para os empresários do Parque e alguns convidados uma oficina sobre as melhores práticas de apresentações de tecnologias e soluções inovadoras.
O Cubo Itaú é uma plataforma curadora de startups e de grandes empresas e, sob a liderança da Rafaela Herrera, avalia semanalmente o pitch de empreendimentos em potencial, chegando a analisar mais de 200 startups por ano junto com a banca de avaliação. “Essa experiência traz um conhecimento profundo sobre o que as empresas mais erram e acertam na hora de se apresentar e provar que possuem um negócio interessante”, ponta o Community Program Manager do Cubo, Danilo Picucci.
A interação vai ao encontro do novo Planejamento Estratégico do Parque Tecnológico, que prevê uma série de serviços de alto valor agregado para os empresários do Parque.

Inovações em favor da sustentabilidade ambiental do Parque Tecnológico de Belo Horizonte

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No Dia Mundial do Meio Ambiente, ciência e tecnologia se apresentam como aliadas na prevenção de acidentes ambientais, para contribuir com atividades econômicas sustentáveis e garantir a qualidade de vida;

 

Cleantechs são soluções baseadas em inovações tecnológicas sustentáveis ou limpas.

 

 

A reflexão sobre a interdependência entre a saúde humana e a do planeta nunca foi tão pertinente. Nesse processo, todos os atores da sociedade são fundamentais para a construção de um mundo melhor e para a garantia da qualidade de vida para as futuras gerações.

Nesta sexta-feira (5/5), Dia Mundial do Meio Ambiente, o debate se torna ainda mais necessário, e um caminho para a implementação de soluções sustentáveis passa pela ciência, tecnologia e a inovação e da transferência deste conhecimento para a sociedade. O Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC) abriga empresas inovadoras que desenvolvem tecnologias sustentáveis ou limpas, as chamadas as cleantechs:

– A empresa Gaia, referência em pesquisa sob demanda nas áreas de otimização e modelagem computacional, desenvolveu uma tecnologia que monitora em tempo real áreas de proteção ambiental. As imagens são processadas por meio de algoritmos de inteligência artificial de forma autônoma e auxiliam na identificação e validação precoce dos focos de fumaça e na evolução do incêndio.

– A Wetlands Construídos desenvolve sistemas de tratamento de águas, efluentes e lodos de esgoto para indústrias e municípios. Empregando o estado da arte da tecnologia wetlands construídos, consagrada mundialmente como uma tecnologia sustentável de saneamento ambiental, a solução tem como objetivos trazer simplicidade operacional e redução de custos às operações de saneamento. Outro destaque desses projetos é contribuição para uma economia de baixo carbono, uma vez que a geração de gases de efeito estufa desta tecnologia é praticamente nula.

– O Centro de Tecnologia em Nanomateriais e Grafeno da Universidade Federal de Minas Gerais (CTNano/UFMG) implementa soluções para o setor de energia, siderurgia, papel, tecidos, entre outros, com a incorporação de nanotecnologia para a construção de um futuro mais sustentável. São desenvolvidos materiais com aproveitamento de resíduos plásticos ou da mineração e siderurgia e linhas de produtos nanotecnológicos (materiais e dispositivos) para contribuir com a eficiência energética em grandes setores industriais, além da realização de processos químicos com etapas otimizadas para redução acentuada de consumo de reagentes e energia e de análise de ciclo de vida de produtos nanotecnológicos, de modo a controlar impactos ambientais.

LLK Engenharia para Inovação: a geração de novos produtos que reduzem impactos ambientais e sociais em indústrias de base, como mineração, siderurgia, cimenteira, entre outras, é a essência da empresa. Por meio de hardwares de ponta, a LLK desenvolve e implementa novos softwares de monitoramento de ativos da indústria, evitando acidentes ambientais e com seus funcionários. Um deles é o sistema RADEC, que detecta problemas de rasgo e desalinhamentos de correias transportadoras. Essa tecnologia limpa alerta de forma online e remotamente inconformidades, evitando derramamento do material transportado no meio ambiente, além de perdas de material granular, de tapete e interrupção do sistema.

As empresas do Parque Tecnológico de Belo Horizonte contra a COVID-19

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O BH-TEC é um lócus de desenvolvimento e tecnologia que abraça a luta contra as consequências da COVID-19. As empresas do parque estão estabelecendo suas ações em prol do novo cenário mundial. Daqui surgem novas tecnologias, ideias e plataformas responsáveis pela prosperidade dos diversos setores sociais que enfrentam um grande obstáculo devido ao isolamento.
Queremos apresentar a vocês as propostas e contribuições de cada empresa neste momento. Estamos ao serviço da sociedade, promovendo o desenvolvimento e caminhando em direção a um futuro melhor.

O CT Vacinas é um dos principais centros de pesquisas em biotecnologia, resultado de uma importante parceria estabelecida entre a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Instituto René Rachou da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz-Minas) e o Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC).

A Kunumi é uma das empresas que trabalham com a otimização e desenvolvimento da inteligência artificial.

A Gaia, soluções sob demanda é uma empresa que trabalha com pesquisa nas áreas de otimização e modelagem computacional.

A LLK é especializada em visão computacional, monitoramento e proteção de equipamentos e processos, o empreendimento desenvolve soluções específicas em hardware e software de forma a atender as demandas da planta, processo, gerência e equipes.

PrimeTS é uma empresa de tecnologia da informação com foco em Enterprise Information Management (EIM), soluções SAP, atuando nas modalidades de Consultoria e Serviços, Desenvolvimento de Soluções Corporativas para Mobilidade e Fábrica de Software.

A IEBT desenvolve e aplica tecnologias gerenciais inovadoras, com foco na promoção de resultados para os clientes e parceiros.

A Supersonic é focada em conceber e aplicar técnicas científicas para criar ou melhorar a eficiência de páginas, sites e aplicativos na difícil missão de transformar usuários em clientes.

A Target Multimídia é uma empresa especializada em Soluções Digitais personalizadas para Educação Corporativa.

A Invent Vision é única fabricante brasileira de câmeras industriais inteligentes. Atua no mercado industrial desenvolvendo soluções completas para inspeção, monitoramento e controle de processos. Os mercados de atuação são: Óleo e Gás, Siderúrgico, Mineração, Automotivo.

 

 

 

Ministro Marcos Pontes visita CT Vacinas no BH-TEC

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Ministro e representantes visitam o BH-TEC para conhecer instalações que pesquisam o COVID-19. 

Créditos: Marcílio Lana UFMG

 

Nessa segunda (13/4), o ministro Marcos Pontes e outros representantes do ministério da Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações visitaram a Universidade Federal de Minas Gerais e o CT Vacinas no Parque Tecnológico de Belo Horizonte. O motivo da visita foi conhecer a infraestrutura dos centros que estão responsáveis pelo estudo do COVID-19. Os convidados foram recebidos pela reitora Sandra Regina Goulart Almeida, acompanhada do chefe do executivo mineiro, Romeu Zema.

Na entrevista coletiva, o governador disse sobre os prefeitos que não estão respeitando protocolos de segurança e negou a breve retorno às atividades escolares estaduais. Por outro lado, o ministro defendeu o isolamento e reafirmou que a melhor saída para esta situação é o investimento na ciência, na tecnologia e no conhecimento. Pontes defendeu a melhoria da verba destinada ao setor e a atuação integrada das estruturas governamentais federais.

Após visitarem UFMG, se dirigiram ao Parque Tecnológico de Belo Horizonte para conhecer o trabalho realizado no CT Vacinas. Os cientistas compões a Rede Vírus e trabalham tanto na produção do diagnóstico, quanto na descoberta da vacina. Segundo ele, a análise deve ser feita a partir do local de ação e a consequência na resposta imune com propriedades semelhantes dos vírus Influenza (H1N1), já existente, e o eCov2 (Covid-19).

Universidades, empresas e governo se reúnem para fomentar a mobilidade nacional

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Nesta segunda, 09/03, a UFMG sedia evento sobre oportunidades para o setor automotivo reúne autoridades do Governo federal, MCTIC, ME, BDMG, Codemge, Cemig, PROMOB-e; representantes das universidades brasileiras e da indústria. Edital do Programa Rota 2030 vai investir R$21 milhões em pesquisas para o futuro da mobilidade nacional

Na próxima segunda, 09/03, representantes de Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs), empresas do setor automotivo e do Governo se reúnem na UFMG para parcerias e soluções para o futuro da mobilidade nacional. Na programação, as tendências de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para o setor, como carros elétricos e novas fontes de energia serão discutidas.

As sessões contam com a participação do coordenador das indústrias para mobilidade e logística do Ministério da Economia, Ricardo Zomer; do presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge), Dante Matos; do presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Sérgio Suchodolski; do coordenador do projeto para a consolidação da mobilidade elétrica no Brasil (PROMOB-e), Marcus Regis; do superintendente de estratégia, meio ambiente e inovação da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Lauro Vasconcelos; entre outras autoridades.

As oportunidades do Programa Rota 2030, iniciativa do Governo Federal para o desenvolvimento do setor automotivo, também serão apresentadas tendo em vista a redução de impostos para a indústria automotiva, como a isenção fiscal mínima de 10,2% do valor dispendido em P&D, podendo alcançar a taxa de 15,3%.

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) e a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep), uma das coordenadoras das linhas do Rota2030, compõem a programação, abordando como a conexão entre universidade e indústria pode potencializar soluções aderentes às necessidades do setor. “A conexão entre ICTs e empresas tem sido amplamente utilizada no mundo contemporâneo, em que as tecnologias estão avançando de forma acelerada, com impactos em toda a sociedade”, ressalta o diretor da Fundep, prof. Martin Ravetti. O encontro será, ainda, ambiente para rodada de conexões.

“A indústria automotiva vive hoje uma revolução tecnológica sem precedentes. Nesta revolução, baseada no conhecimento, a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação são as chaves para a competitividade. Nesse sentido, a política de Programas Prioritários do Programa Rota 2030 tem como um de seus pilares o fomento à interação entre universidades, centros de pesquisa, e empresas do setor, de modo estruturação das competências que levarão à participação ativa da engenharia nacional nos processos de desenvolvimento globais”, diz Ricardo Zomer, do Ministério da Economia.

O evento será realizado das 13h às 17h na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte. A participação é gratuita – inscrições neste link.

Programação completa aqui.

Chamadas do Rota 2030 vão investir R$ 21 milhões em projetos

Na última semana, a Fundep lançou três chamadas públicas do Programa Rota 2030, no âmbito da coordenação da linha V – Biocombustíveis, Segurança Veicular e Propulsão Alternativa à Combustão. As chamadas irão aportar ao todo R$ 21 milhões em projetos que contemplem os eixos temáticos de bioenergia eficiente, condução segura e propulsão alternativa à combustão. A estimativa é que sejam selecionados doze projetos.

Para participar das chamadas, os Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs) devem submeter projetos em parceria com empresas e startups do segmento em todo o território nacional. As submissões de projetos para as três chamadas poderão ser feitas pelo site da Fundep de 9 de março a  6 de abril de 2020.

A previsão é que mais três chamadas sejam lançadas ainda este ano, contemplando outras frentes da linha V do Rota 2030, que conta com a coordenação técnica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual do Ceará (Uece) e Centro Universitário FEI.

“A participação das empresas em conexão com as ICTs é fundamental para fortalecer a aderência das iniciativas com as necessidades do mercado. A expectativa é que a realização dos projetos resulte em pesquisas científicas, soluções tecnológicas, capacitações técnicas e formação de recursos humanos, aumentando, assim, a competitividade do setor automotivo do país”, ressalta Martín Ravetti.

Fundep no Rota 2030

O Programa Rota 2030 estimula o investimento e o fortalecimento das empresas brasileiras do setor automotivo por meio da redução de impostos e outros benefícios para projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) do setor.

Como coordenadora de duas linhas do Programa – Biocombustíveis, Segurança Veicular e Propulsão Alternativa à Combustão; e Ferramentarias Brasileiras Mais Competitivas –, a Fundep conecta as necessidades da cadeia automotiva nacional com o desenvolvimento de inovações tecnológicas específicas, por meio da gestão de soluções e oportunidades em recursos financeiros, de capital intelectual e de infraestrutura.

Nova empresa, novas conexões

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A Tera Geosoluções iniciou suas atividades no BH-TEC. A empresa desenvolve produtos de geotecnologias para levar o uso de inteligência geográfica ao planejamento territorial de setores públicos e privados. As principais áreas de atuação são gestão municipal para smart cities, gestão estadual, mineração, concessionárias de água e energia, entidades de classe e outros.

“Que o ambiente do Parque Tecnológico seja um local que propicie a aceleração do nosso processo de consolidação no mercado e crescimento. Esperamos que o BH-TEC nos renda boas parcerias, relacionamentos estratégicos e ótimos contratos! Que esse novo ciclo seja de muita prosperidade para a Tera e todos nós”, espera a CEO da empresa, Débora Brier,

A equipe do BH-TEC e as empresas residentes desejam boas-vindas!
Conheça a atuação da Tera.

O Brasil está preparado para o Coronavírus?

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Pesquisadores ressaltam importância de investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação;
Brasil descumpre meta estabelecida nos últimos anos de investir, pelo menos, 2% do PIB nestas áreas;
A segurança biológica do país passa pela sua capacidade científica.

 

O surto do Coronavírus (2019-nCoV) joga luz sobre a capacidade científico-tecnológica de o Brasil lidar com essa epidemia. Apesar de, até o momento, o Ministério da Saúde monitorar somente 14 casos suspeitos no país, a Organização Mundial da Saúde declarou estado de emergência global. Nesse contexto, estamos preparados? Segundo pesquisadores, não.

No que tange ao diagnóstico, o Ministério da Saúde orientou a atualização de planos de contingência aos estados. “Contudo, é preciso muito mais. É um vírus com ampla capacidade de disseminação e que demanda novas frentes de estudos e pesquisas e níveis de segurança biológica maiores. Nesse sentido, surgem oportunidades para trazer eficiência (segurança e agilidade) no diagnóstico por meio da análise molecular e testes sorológicos”, ressalta o pesquisador Flávio Guimarães Fonseca do Centro de Tecnologia em Vacinas (CT Vacinas), do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Virologia (SBV), o pesquisador conta que, por questões de biossegurança, todo processamento de amostra em caso suspeito deve ocorrer apenas em Laboratório com Nível de Biossegurança 3 (Laboratório NB-3). Contudo, segundo o Ministério da Saúde, há atualmente somente 12 em instituições de referência que foram construídos para realizar o diagnóstico laboratorial em condições de nível de biossegurança 3. Esses laboratórios permitem a realização de ensaios diagnósticos que, pela sua complexidade, exigem condições especiais de segurança.

Outra frente fundamental é a vacinação. O microbiologista e médico Yuen Kwok-yung anunciou que pesquisadores de Hong Kong desenvolveram uma vacina contra o novo Coronavírus. No entanto, ela ainda precisa ser testada em animais, o que deve levar um longo período, segundo reportagem do “South China Morning Post”. Uma equipe de cientistas do Instituto Peter Doherty, na Austrália, também informou que desenvolveu uma versão de laboratório do novo vírus, ação que pode acelerar a criação de uma vacina. Essa amostra foi compartilhada com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e laboratórios de todo o mundo.

A pesquisadora do CT Vacinas Ana Paula Salles Moura Fernandes, orientadora dos programas de pós-graduação em Genética e Ciências Farmacêuticas da UFMG, enfatiza que o Brasil tem importante comunidade científica, que oferece respostas a diversas crises na saúde pública nacional, como a zika. “Porém, ainda há dependência de centros internacionais para importação de vacinas. É essencial o investimento em infraestruturas – como centros de tecnologia e pesquisas – para a garantia da segurança biológica no país e para a promoção do desenvolvimento.”

Desinvestimento

Os dados vão na contramão deste cenário. Segundo levantamento realizado em 2015 pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o Brasil ainda está distante dos países mais avançados, tanto no dispêndio em pesquisa e desenvolvimento (P&D) como nos recursos humanos envolvidos, sendo imprescindíveis investimentos crescentes para que esse quadro seja alterado nos próximos anos.

Em termos de percentagem do Produto Interno Bruto (PIB), o Brasil investe muito pouco se comparado à média dos países da OCDE e menos ainda se comparado a países desenvolvidos e algumas nações emergentes do BRICS (formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).  Em média, o Brasil investiu nas últimas duas décadas entre 1 e 1,3% do PIB em pesquisa e desenvolvimento, tendo alcançado seu pico de investimento em 2015. De lá para cá, esse investimento vem caindo, descumprindo a meta então estabelecida de investir pelo menos 2% do PIB até 2019. Considerando apenas a participação pública nesses investimentos, que é de cerca e 0,5, a 0,6% do PIB (ou cerca de 50% do total de investimento em CT&I), verifica-se que este valor é, pelo menos, duas vezes menor do que o investimento público médio realizado em outros países da OCDE.

Caminho

As pesquisas realizadas nas universidades e nos institutos, bem como as respostas aos problemas da sociedade, são meios para o avanço do conhecimento, necessário ao desenvolvimento socioeconômico sustentável. O Brasil conta com centros de excelência científica, capazes de oferecer respostas a importantes questões de saúde pública.

O Centro de Tecnologia em Vacinas (CT Vacinas) é um deles. Resultado da parceria entre a UFMG, Instituto René Rachou da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz-Minas) e o Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC), é um centro de pesquisas em biotecnologia que desenvolve novas tecnologias ligadas à produção de kits de diagnóstico e vacinas contra doenças humanas e veterinárias como a leishmaniose, doença de Chagas, zika, dengue, chicungunha, entre outras.

Os pesquisadores Flávio Fonseca e Ana Paula Fernandes reforçam a necessidade de implementação de políticas públicas de investimento em pesquisa e desenvolvimento, garantindo a cobertura universal da saúde. Eles participam, no próximo dia 10, de uma reunião no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações em que serão discutidas as prioridades de investimento e de pesquisa em Coronavírus e viroses emergentes.

LLK representa Mining Hub em reunião do IBRAM

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A LLK, empresa de soluções e desenvolvimento de produtos em diversos campos da engenharia, apresentou recentemente em Brasília suas inovações tecnológicas ao Conselho do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM). Essa instância conta com representantes das Presidências das mineradoras brasileiras.

O CEO da LLK, Luiz Henrique Machado, representou o Mining Hub e teve oportunidade de mostrar os sistemas de análise de teor online de minério de ferro e novo Radec® Visão: produto da empresa que detecta rasgos e desalinhamentos nas correias transportadoras de minério.

Essas iniciativas de inovação aberta foram aprovadas nos Ciclos I e II do Mining Hub, ambos em parceria com a Vale. “A LLK foi a única empresa que teve soluções aprovadas nas duas rodadas. O prêmio é um reconhecimento pela criatividade, produção e entrega na estratégia e geração de inovações que atendem esse mercado”, avalia o CEO.
LLK

Empresa residente no Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC), a LLK oferece desenvolve produtos em todas as áreas da indústria, como mineração, siderurgia, metalurgia, mecânica, alimentícia, automotiva, OEM, farmacêutica, eletrônica, editorial, agronegócio, energética, petróleo e gás, química e petroquímica.

Especializada em visão computacional, monitoramento e proteção de equipamentos e processos, desenvolve soluções específicas em hardware e software de forma a atender as demandas da planta, processo, gerência e equipes. Conta com uma estrutura de laboratório e equipe especializada em automação, instrumentação, mecânica, computação e sistemas para fornecer soluções horizontais, abrangendo conhecimento que gera confiabilidade, simplicidade, robustez e viabilidade para as mesmas.

Ibram
É uma organização nacional privada e sem fins lucrativos, que representa as empresas e instituições que atuam no setor mineral em busca do estabelecimento de um ambiente favorável aos negócios, à competitividade e ao desenvolvimento sustentável. Para fomentar inovações no setor e difusão das melhores práticas e tecnologias disponíveis no mercado, elabora debates, eventos, estudos, pesquisas e estatísticas relativos à economia mineral, tributação, legislação, tendências, proteção do meio ambiente, riscos e oportunidades e outros temas associados às atividades desempenhadas pela indústria mineraria.

Sobre o Mining Hub
O Mining Hub, localizado em Belo Horizonte (MG), foi criado com o propósito de ser um canal direto de inovação aberta, avaliação das tendências do setor e relacionamento entre mineradoras, fornecedores e startups. O ambiente tem como objetivo gerar oportunidades e conexões colaborativas para diferentes atores da cadeia da mineração, como as próprias mineradoras, além de fornecedores, startups, pesquisadores e investidores.
O hub da mineração encerrou há pouco as inscrições para o 3º ciclo de aceleração de projetos, com inscrição de 134 startups, total superior aos ciclos anteriores (100 startups cada).

Reconhecimento: Coordenadora do CT Vacina, Santuza Teixeira, é eleita titular da Academia Brasileira de Ciências

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A professora titular do Departamento de Bioquímica e Imunologia da UFMG Santuza Teixeira, coordenadora do CT Vacinas – localizado no BH-TEC –, foi eleita membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC).

A eleição se dá a partir de rigoroso processo de seleção, levando em conta também a “liderança exercida no avanço das atividades científicas e tecnológicas do país”, segundo a ABC.

Atualmente um dos seus projetos mais relevantes envolve o uso de técnicas de edição de genoma para o desenvolvimento de vacinas inéditas contra a doença de Chagas e a leishmaniose.

A posse será em maio, no Rio de Janeiro.

Interação universidade-empresa em pauta

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Evento da Rede Mineira de Inovação (RMI) dedicou um debate sobre esse tema entre especialistas com diversos olhares

 

A interação universidade-empresa foi um dos temas do XXI Encontro da Rede Mineira de Propriedade Intelectual (RMI) nessa sexta-feira (22/11) que contou com a participação do CEO do BH-TEC, Marco Crocco. Ele contextualizou os Parques Tecnológicos como área de inovação. A International Association of Science Parks and Areas of Innovation (IASP) define que são “locais projetados e administrados para atrair pessoas de espírito empreendedor, talento qualificado, negócios e investimentos intensivos em conhecimento, desenvolvendo e combinando um conjunto de ativos de infraestrutura, institucionais, científicos, tecnológicos, educacionais e sociais, em conjunto com serviços de valor agregado, aprimorando assim o desenvolvimento econômico sustentável e a prosperidade para a comunidade”.

Baseado nesta definição, os Parques englobam não apenas as necessidades de empresas e universidades de colaborar entre si, mas também de cidades, a sociedade civil – o quarto elemento da quádrupla hélice.

“Esse cenário incentiva a ampliação e o aprimoramento do escopo de atuação do BH-TEC, incorporando novos objetivos e um novo posicionamento no ecossistema de ciência, tecnologia e inovação de Minas Gerais. É preciso integrar instituições científico-tecnológicas e setor empresarial por meio de estratégias e mecanismos inovadores e oferecer ambientes dinâmicos para a prestação de serviços em gestão, networking, acesso a financiamento, suporte legal, propriedade intelectual etc.”, destaca Crocco.

O professor titular do Departamento de Parasitologia (ICB/UFMG), Alvaro Eiras, apresentou o case de tecnologias inovadoras de monitoramento e controle Aedes aegypti. Ele é fundador da empresa de biotecnologia Ecovec Ltda., lotada no BH-TEC.

Também participaram do painel o presidente da Fundep, professor Alfredo Gontijo, que falou sobre o Outlab, e o diretor para Desenvolvimento de Negócios da Clarke, Modet & Co, Louis Lozouet, apresentou pílulas do Guia de Boas Práticas ICT-Empresa da CCI Brasil.

Imersão

Com o tema “Novos arranjos para inovação”, o evento trouxe nos dias 21 e 22 debates e painéis de discussões sobre o ecossistema mineiro de inovação, instrumentos jurídicos do Marco Legal de CT&I e encomenda tecnológica.

Entre as autoridades presentes: Prof. Alessandro Moreira (Vice-Reitor UFMG); @Juliano Alves (Subsecretario de Estado e de Promoção de Investimento e Cadeiras Produtivas); Prof. Evaldo Vilela (Presidente Fapemig Oficial); Prof. Rodrigo Gava (UFV); Marcos Antonio Mandacaru (Assessor Especial do Vice-Governador de Minas Gerais); Prof. Ado Jorio (UFMG); Juliana Crepalde e gilberto medeiros ribeiro (CTIT UFMG).

BH-TEC - Parque Tecnológico de Belo Horizonte